Você pode gostar ou não gostar de Martin Sorrel, o ex manda-chuva do GrupoWPP e hoje um defensor ferrenho das plataformas digitais e que vem ampliando seus tentáculos pelo mundo todo, inclusive no Brasil.
Mas o que ele profetizou recentemente é de causar calafrios: que o segundo semestre deste ano para o mercado publicitário será um banho de sangue, uma guerra, um salve-se quem puder. Se já estava difícil, depois de mais de 2 anos de recessão, depois de Dilma, Temer e agora Bolsonaro, virou uma missão quase impossível. Chama o Tom Cruise pra fazer um freela.