Num desses grupos privê de whatsapp, a dondoca que tem casa em condomínio fechado de alto padrão lidera um movimento inusitado: ela exige do síndico a contratação de veículo policial para escoltá-la da saída do último pedágio da estrada até a entrada da sua residência.
Isso porque, aos finais de semana e feriados , quintuplicou o número de assaltos a moradores do tal condomínio logo depois do pedágio que dá acesso à estrada viscinal onde fica o empreendimento. Mesmo com carros fortemente blindados, os moradores vêm sendo constantemente fechados e intimidados a descerem dos seus carros importados, passando por todo o tipo de terror e ameaças.
Existe o relato de uma moradora cujo filho ficou tão traumatizado com a tentativa de assalto na estrada que se nega a viajar com a família e entra em pânico toda a vez que se faz qualquer menção ao nome do condomínio.
O tal síndico já pediu reforço de policiamento e várias batidas foram realizadas nas comunidades vizinhas para tentar localizar os bandidos. Todos os funcionários que frequentam e trabalham no tal condomínio foram interrogados, pois existe a suspeita de uma conexão entre os bandidos e os trabalhadores do local.
Em suma, um clima de tensão latente num local outrora projetado para ser um paraíso de luxo e sossego a menos de 1 hora de distância da capital paulista. A coisa só não é pior porque na praia com ondas artificiais recém-inaugurada os banhistas podem mergulhar tranquilos, sem o menor risco de serem atacados por tubarões. Você só vira isca quando põe o pé pra fora do condomínio.