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James Bond

Muito antes de Indiana Jones, Guerra nas Estrelas, Missão Impossível, John Wick, Jack Reacher, Jason Bourne e muitos outros filmes de aventura/ ação /suspense em série, sempre houve Bond, James Bond. 

De Sean Connery a Daniel Craig,  chegamos ao 25­º filme da série, em 30 de setembro de 2021. Inspirado na trama de Ian Fleming que concebeu a sofisticada e improvável personagem em meio à guerra fria entre norte-americanos e russos, cada novo filme da franquia sempre se preocupou em evidenciar  uma clara comparação entre inteligência e brutalidade, tudo para provar, de forma fleumática, a supremacia britânica em meio a todos os conflitos mundiais. 

Meu pai tinha um livro com uma dessas histórias e, na contracapa , havia a foto de Ursula Andress saindo da água com um biquíni minúsculo para a época com uma faca de mergulho na cintura. Algo sexy e hipnotizante para um moleque de 11/12 anos no máximo que passou a gostar de James Bond não só pela aventura e soluções totalmente inusitadas  que ele encontrava para resolver britanicamente aos mais tenebrosos problemas, mas também pela beleza e sensualidade de todas as Bond Girls. 

Em cada filme, um festival de merchandising , de efeitos especiais, de drys martinis (que na verdade são chamados de vésper pelos barmen),  de locações incríveis e , claro de uma galeria de mulheres incríveis, James Bond é um dos cases mais longevos de toda a história do cinema.

Depois de meu pai, descobri  na minha mulher uma fã incondicional de James Bond e, por causa dela, passei a conhecer muito mais dos títulos dessa franquia e dos muitos galãs que incorporaram essa mítica personagem. 

Daniel Craig, de quem aprendi a gostar depois da série Millenium, já disse que fechou um ciclo e, depois de 5 produções, está abandonando a personagem do 007. Ele é apontado hoje como o ator mais bem pago do mundo e, certamente, isso muito se deve aos cachês da série Bond. Ainda não assisti ao novo filme, e fiz um “esquenta”com a minha mulher assistindo aos 4 últimos Bonds com Craig nos últimos quatro domingos de setembro. Pretendo ir a um cinema de rua , como nos velhos tempos .E quem sabe  na volta prepare um dry Martini para comemorar, com azeitona e tudo o mais. Afinal, existe um elegante ritual por trás de tudo isso, por mais inverossímil que sejam as tramas. Tudo é muito chic e sofisticado, embora Bond seja apenas um espião internacional que na vida real não teria metade desse glamour todo.  Mas prefiro isso a me vestir como um mago Merlin e manejar uma espada fluorescente para me incorporar ao universo Jedi de Star Wars. Isso sim me dá medo…

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