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Feeling

Dizem que o único brasileiro que ganhou dinheiro com Feelings foi o Morris Albert, muito embora, no mundo atual, vários dirigentes defendam o feeling como um importante diferencial em meio ao pensamento” commoditizado “. 

Mas é preciso separar o instinto da intuição. Embora ambos sejam qualidades inconscientes, diferem na origem. O instinto é algo impulsivo, a intuição tem a ver com insight –  um entendimento diferente de algo que está à nossa frente. 

Existem alguns gatilhos que estimulam a nossa mente a buscar alternativas inconscientes para viver e seguir em frente, com mais positividade.  Coisas que fazem sentido para cada um de nós, mas que deixamos de lado, muitas vezes. 

Só para exercitar, responda a essas perguntas: o que o move e inspira?/ o que mais ama na sua vida?/ quando se sente mais vivo?/ pelo que você é mais grato?/ o que o diverte mais?/ em quais ocasiões foi mais feliz?.

Simples assim. Não custa tentar: a intuição e o instinto podem te levar a  viver novas experiências, a trilhar novos caminhos pessoais e profissionais. Abra a caixa, abra a sua mente.  Redescubra-se. Afinal, você não é só mais um algoritmo.

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