As pessoas estão tão obcecadas com o desenvolvimento que tentam camuflar ao máximo o desequilíbrio ambiental que bate à nossa porta, com sinais diários de revolta por parte da Natureza. Propõem datas aleatórias, como se em 2030 ou 2051 tudo estará resolvido, enquanto os blocos de gelo do tamanho de cidades não param de derreter graças ao aquecimento global. Os mandatários das grandes potencias vão empurrando com a barriga, enquanto poluem e destroem. Só que a água , ou em forma de gelo ou em forma de enchentes vai brecar todo esse avanço desenfreado. Simplesmente porque vai interromper todas as conexões. Tudo em pane, tudo inundado. E mesmo o seu celular à prova d’água vai ficar inoperante, pois os sinais, as centrais ,vão estar boiando embaixo da água ou então congeladas.
Tem empresa que acha que engana comprando papel reciclado e lápis de madeira de reflorestamento para dizer que é sustentável. Mas, no fundo, no fundo, ninguém acredita em todo esse cinismo, nem nos discursos acalorados em Davos ou proferidos em inúmeras outras conferências e simpósios que tratam do Clima e das Catástrofes Ambientais. Fala-se muito, faz-se pouco. E mais dia, menos dia, sem querer ser catastrofista, essa conta vem. Tanto salgada, como molhada.