Tudo começa com um simples e inofensivo jogo do tipo Galinha Pintadinha . O quase bebê fica horas entretido e os pais conseguem conversar, transar, comer, beber em paz. O bebê cresce e chega ao Fortnite, varando noites, encontrando amigos, urrando, gritando, xingando, com um fone de ouvido que faz com que o jogador perca totalmente o controle dos decibéis e de sua voz.
Sempre gostei daqueles xingamentos durante as peladas de futebol na praia. Ou das discussões sobre quem era o dono da onda, cada um em sua prancha. A gente extravasava agressividade, mas corria, tomava sol, suava pra caramba e à noite simplesmente capotava, totalmente exausto.
Cada vez mais os games vão ganhando milhões de adeptos e se transformando num fenômeno mundial e transformando nerds em milionários à cada novo jogo criado. Mas eu ainda acho que cadeira é para trabalhar, não para se divertir.