Na manhã do dia 21 de abril,dia de Tiradentes, acordei com um sinal no celular que, erroneamente, cismo em deixar ao lado da minha cama. Era meu filho Theo, enviando mensagem no grupo da família, dizendo que o Papa Franscisco havia morrido àquela madrugada.
Eu sabia que Francisco havia nascido no mesmo dia da minha filha mais velha, Titina, em 17 de dezembro. E agora sabia que ele havia morrido no mesmo dia do aniversário de meu irmão mais novo, Xande.
Fiquei triste e lembrei-me de um trecho do último texto que o Papa escreveu e que foi lido por um cardeal no domingo de Páscoa,na Praça de São Pedro, no Vaticano para os fiéis:
“Não podemos estacionar nosso coração nas ilusões deste mundo, nem fechá-lo na tristeza;temos de correr, cheios de alegria.
Afastai de nós a poeira triste da rotina, do cansaço e do desencanto; dai-nos a alegria de acordar,a cada manhã, com os olhos maravilhados para ver as cores inéditas daquele amanhecer, único e diferente de todos os outros…”